O sábado (25) é de estabilidade para a maioria das criptomoedas, com o Bitcoin operando na faixa de US$ 77 mil e leve queda de 0,3%. A Algorand (ALGO ($0.12 · Live)), no entanto, surge como a grande exceção, registrando a maior valorização do dia entre os 100 maiores ativos do setor.
A criptomoeda dispara 9,1% nesta tarde, sendo negociada a US$ 0,11, sua melhor cotação em pouco mais de duas semanas, segundo dados do CoinGecko. Em uma análise mais ampla, o desempenho do token ALGO é ainda mais expressivo, com ganhos acumulados de 36% nos últimos 30 dias.
O movimento é impulsionado por avanços regulatórios estratégicos vindos do outro lado do mundo. Na sexta-feira (24), os reguladores do Japão adicionaram a Algorand à “lista verde” da JVCEA, um registro de criptomoedas aprovadas para listagens aceleradas em corretoras japonesas.
A JVCEA é supervisionada pela FSA do Japão, o mesmo órgão regulador que fiscaliza bancos, seguradoras e bolsas de valores tradicionais.
“Isto não é um selo de aprovação nativo do setor cripto; é um selo de aprovação das finanças tradicionais”, destacou a Algorand Foundation em publicação na rede social X.
A segurança pós-quântica da Algorand
A notícia acelera a saída do token de sua tendência de baixa prolongada, com a estrutura de preços indicando uma possível reversão de alta, ao mesmo tempo que a Algorand se posiciona como uma blockchain de ponta resistente à computação quântica.
A resistência à ameaça quântica tem sido o principal motor por trás das altas recentes do ativo. No início do mês, a criptomoeda chegou a disparar mais de 17% após ser citada em uma pesquisa do Google que destacou a rede como uma das pioneiras na adoção de protocolos pós-quânticos (PQC).
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O estudo, intitulado “Protegendo Criptomoedas de Curva Elíptica contra Vulnerabilidades Quânticas” e publicado em 31 de março, identificou a Algorand como um exemplo de “implementação no mundo real de PQC em uma blockchain que, de outra forma, seria vulnerável a ataques”.
O artigo ressaltou que a Algorand implementou assinaturas digitais pós-quânticas Falcon para transações inteligentes e provas de estado (state proofs), tendo executado sua primeira transação segura em 2025.
“Embora este mecanismo não forneça segurança quântica completa no momento, ele facilita a futura migração para PQC”, explicaram os autores do Google.
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