9 criptomoedas que podem disparar em maio – BitRss

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Maio começa com o mercado de criptomoedas em um momento mais construtivo, mas ainda longe de uma definição clara de tendência. Depois de um mês de abril positivo para o Bitcoin, que voltou a se aproximar da região dos US$ 80 mil, analistas avaliam que o setor entra em uma nova fase de teste: há sinais de recuperação do apetite por risco, mas o ambiente macroeconômico, a geopolítica e as resistências técnicas ainda exigem cautela.

Para André Franco, CEO da Boost Research, o avanço recente do BTC ($78,443.00 · Live) foi consistente, mas a rejeição inicial perto dos US$ 80 mil mostra que o mercado ainda precisa provar se a alta é o início de uma nova tendência ou apenas mais um movimento dentro de um grande intervalo de preços.

A leitura predominante é que maio deve ser um mês de mercado seletivo. Paulo Camargo, embaixador da OKX, CIO e cofundador da Underblock, afirma que o Bitcoin voltou ao centro das atenções em meio às incertezas provocadas pela guerra no Oriente Médio, enquanto o apetite por risco ainda não retornou com força suficiente para sustentar uma rotação ampla para altcoins.

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Guilherme Fais, head de finanças da NovaDAX, segue na mesma linha e avalia que, após um período de recuperação, o desempenho das criptomoedas passa a depender não apenas do BTC, mas também de narrativas específicas com fundamentos mais claros.

Leia também: Por que o Bitcoin não consegue passar dos US$ 80 mil, segundo analistas

Entre essas narrativas, três temas aparecem com mais força nas análises para maio: inteligência artificial, tokenização de ativos reais e infraestrutura de mercado. Taiamã Demaman, da Coinext, destaca que a correção recente no segmento de IA cripto eliminou projetos mais frágeis e deixou espaço para protocolos com atividade real, receita e demanda concreta. Já André Sprone, da MEXC, aponta que o aumento da liquidez, a aproximação de novos debates regulatórios nos EUA e o crescimento do suprimento de USDT ($1.00 · Live) podem favorecer ativos com tese institucional mais forte.

Confira abaixo as criptomoedas que são apostas dos analistas em maio:

A Hyperliquid aparece como um dos nomes mais fortes e recorrentes entre os analistas para maio. A plataforma, uma exchange descentralizada de derivativos, vem se consolidando como uma das principais teses de infraestrutura dentro do DeFi por combinar uso real, geração de receita e resiliência em momentos de volatilidade. Para Paulo Camargo, o HYPE se destacou como exceção em um ambiente ainda desafiador, com métricas operacionais robustas que sustentam a demanda pelo token.

André Sprone afirma que a Hyperliquid deixou de ser vista apenas como uma narrativa e passou a ser observada como um ativo ligado a uso concreto, especialmente pela liderança em derivativos descentralizados e por uma estrutura em que parte relevante das taxas retorna ao ecossistema do token. André Franco reforça essa leitura ao dizer que o modelo de negócios da plataforma é menos dependente da direção do mercado e mais sensível à volatilidade, o que permite ao protocolo se beneficiar tanto de períodos de alta quanto de instabilidade.

A Coinext também inclui o HYPE em sua seleção de maio, destacando que o ativo apresentou valorização mesmo em meio a correções generalizadas no mercado cripto. O roadmap para o segundo trimestre, com expansão de pares de negociação, novas integrações com DEXs de spot e melhorias na liquidez, reforça a tese de crescimento do ecossistema. O Mercado Bitcoin, por sua vez, afirma que o projeto tem crescido rapidamente no nicho de derivativos e compete tanto com plataformas descentralizadas quanto centralizadas.

Os tokens ligados à inteligência artificial seguem entre os principais destaques para maio. Fais cita Bittensor e Render como projetos que continuam ganhando relevância à medida que cresce a demanda por infraestrutura computacional e soluções descentralizadas voltadas à IA. Segundo ele, esses ativos conectam duas tendências fortes — inteligência artificial e cripto — e atraem tanto investidores institucionais quanto participantes mais especulativos.

Marcelo Person, Crypto Treasury & Markets Director da Foxbit, também destaca a Render como uma das principais infraestruturas descentralizadas para esse setor. O token se beneficia de aplicações em renderização gráfica, metaverso e IA, conectando diferentes frentes de inovação tecnológica. Para a Foxbit, essa combinação pode impulsionar a demanda pelo RNDR em momentos de maior interesse por ativos ligados à inovação.

Na análise da Coinext, a Bittensor é uma das teses mais diretas da convergência entre IA e blockchain. O protocolo cria um mercado descentralizado em que modelos de aprendizado de máquina podem competir e colaborar entre si, com subnets especializadas em tarefas como geração de texto, imagens, previsão de preços e análise de dados. A casa destaca que o ecossistema já alcançou 128 subnets ativas e gerou cerca de US$ 43 milhões em receita no primeiro trimestre de 2026, além de ter ganhado um catalisador institucional com o pedido de ETF exclusivo de Bittensor pela Grayscale.

A Ondo Finance é uma das apostas mais citadas dentro da narrativa de tokenização de ativos reais. Guilherme Fais afirma que o projeto vem ganhando visibilidade por sua proposta de levar ativos do mercado tradicional para a blockchain, em um contexto de maior participação institucional no setor.

André Sprone também coloca a ONDO entre os nomes mais bem posicionados para maio. Segundo ele, se a tokenização de ativos do mundo real é uma das narrativas mais fortes do ciclo, a Ondo aparece como uma das formas mais diretas de exposição a esse tema. O analista destaca os avanços da empresa na tokenização de ETFs da Franklin Templeton e a busca por maior clareza regulatória junto à SEC para seu modelo de securities tokenizadas em Ethereum.

A tese é que, conforme produtos financeiros tradicionais migram para infraestruturas on-chain, projetos capazes de conectar o mercado tradicional ao DeFi podem capturar parte relevante desse fluxo. Nesse cenário, a Ondo se mantém como um dos ativos mais associados à convergência entre finanças tradicionais e blockchain.

Outras criptomoedas para ficar de olho

Além dos destaques principais, Chainlink, Sui, NEAR ($1.29 · Live), Uniswap e Avalanche também aparecem entre as criptomoedas citadas para maio. A Chainlink foi indicada pela Coinext e pelo Mercado Bitcoin como uma tese de infraestrutura essencial para tokenização e interoperabilidade. A rede, responsável por conectar contratos inteligentes a dados e sistemas do mundo real, tem se beneficiado do crescimento do CCIP e da expansão do mercado de ativos tokenizados. Para o MB, o LINK ($9.21 · Live) segue como peça fundamental para DeFi, seguros, jogos em blockchain, prova de reservas e outros serviços da Web3.

A Sui foi citada por André Sprone como um ativo com catalisador específico para maio, por causa do lançamento de contratos futuros pela CME, sujeito à aprovação regulatória. O analista também destaca a tração da rede com produtos de investimento listados nos EUA e o lançamento da USDsui, sua stablecoin nativa. Já a NEAR aparece na seleção da Coinext por combinar blockchain de alto desempenho, infraestrutura para IA, crescimento de desenvolvedores e o lançamento do recurso Confidential Intents, que introduz transações privadas no ambiente DeFi da rede.

A Uniswap foi escolhida pela Foxbit como representante da retomada da narrativa de DeFi. Person afirma que, como maior DEX do mercado, a Uniswap tende a se beneficiar do aumento do volume de negociação on-chain em um cenário de maior rotação de capital dentro do próprio ecossistema cripto. Já a Avalanche foi incluída pelo Mercado Bitcoin como uma blockchain focada em alta velocidade, escalabilidade e baixas taxas, com presença em DeFi, games e NFTs, além de uso do token AVAX ($9.16 · Live) para taxas, staking e governança.

Bitcoin, Ethereum e Solana

Mesmo com a atenção voltada a narrativas específicas, Bitcoin, Ethereum e Solana seguem como pilares das recomendações para maio. O Bitcoin continua sendo o principal termômetro do mercado. Para Camargo, o ativo teve em abril sua maior alta mensal dos últimos 12 meses, mas agora se aproxima de uma zona de resistência importante nos US$ 80 mil. Fais e Person avaliam que a estabilidade do BTC será determinante para permitir uma rotação mais consistente para altcoins.

O Ethereum aparece como a principal infraestrutura institucional do mercado cripto. Sprone destaca seu papel em tokenização, stablecoins e finanças on-chain, enquanto Marcelo Person afirma que o ETH ($2,307.78 · Live) começa a capturar parte da rotação de capital após o Bitcoin, especialmente por ser base para DeFi e soluções de segunda camada. O Mercado Bitcoin também vê espaço para valorização gradual, apoiada por maior liquidez, expectativa de fluxos institucionais e crescimento de staking e layer 2.

A Solana, por sua vez, segue como uma das principais candidatas a capturar fluxo em momentos de maior apetite por risco. Para Fais, o ecossistema mantém níveis elevados de atividade e tende a apresentar movimentos mais acelerados em cenários positivos. Person reforça que a rede tem forte presença em aplicações voltadas ao varejo, como pagamentos, redes sociais e games. Já o Mercado Bitcoin destaca a possibilidade de um ETF à vista nos EUA, com eventual inclusão de staking, e o avanço de estratégias de tesouraria corporativa com SOL ($84.11 · Live), fatores que podem ampliar a demanda pelo ativo no mês.

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